sábado, 22 de outubro de 2011

Quando Eu Morrer

Quando eu morrer, vista-me como eu sempre quiz,
Me enfeite de colorido como sempre fiz,
Me deixe ir, não chore, irei feliz,
Do perfume quero as fragrâncias sutis.

Quando eu morrer quero cantores,
Quero a melodia suave dos amores,
Traga violinos e tenores.
No meu trajeto muitas flores.

Quero deixar aromas no caminho,
Se um dia lembrar de mim,
Tenha delicadeza de um passarinho.

Quando escurecer e o dia chegar ao fim
Lembre-se! Não estarei sozinho.
Terei as flores que levei para mim.

Iracema Patrício

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