sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A chuva

A chuva vem de mansinho massagear minha janela,
Tão fina e delicada, eu me perco olhando para ela.
No meu rosto chego a sentir seus pingos,
E imagino o cheiro de mato molhado.

E fico algum tempo ali vendo a chuva correr,
Mil pensamentos a me percorrer,
Minha infância, minhas alegrias e tristezas,
Como se a chuva me trouxesse uma leveza.

O barulho da chuva meus sonhos vem embalar
Lembro daquela criança... Das cantigas de ninar,
Ah! Se eu pudesse voltar.

De repente a chuva para!
Como se a natureza me quisesse retornar
Abre o sol! Aparece um arco-íris de beleza rara.

Iracema Patrício

3 comentários:

  1. Estimada amiga, adorei a sua mensagem. Embora distante, permita-me dizer-lhe que de certa forma tentei fazer parte do seu grupo de seguidores de seu blog; o que não me foi possível fazê-lo, devido a problemas técnicos, talvez com a adequação do sistema operacional do blog. Mas, lembro que fiquei encantado com a sua acolhida e por assim ser estou lhe deixando neste momento uma pequena lembrança do amigo. Abraço-te com o maior carinho. Dr. José Pedro Granero

    ResponderExcluir
  2. Retorno para dizer-lhe que consegui. Beijos em seu coração. Dr. José Pedro Granero

    ResponderExcluir
  3. Que os estudos lhe proporcionem o que você realmente deseja, nesta pequena passagem pela vida de forma encantadora. Abraços. Dr. José Pedro Granero

    ResponderExcluir